Diálogo com a Mãe Natureza

Consideramos que o resgate de valores ecológicos pautados na lógica dos sistemas vivos deve ser semeado através de práticas ambientais educativas, simultaneamente reflexivas e ativas.

Apresentamos a Alimentação Viva integrada com os Sistemas Agroflorestrais de Produção de Alimentos para viver e aprender com a vida em expansão, transformação e continuidade.

Conhecimento e prática estão associados à percepção de conexão com a Terra e suas espécies vivas.

Nossas ações:

Projetos de convívio com a Alimentação Viva em escolas

Educação infantil-Ensino fundamental I e II - Ensino Médio

Uma pedagogia que reúne consciência, ação e sensibilidade no estímulo à aprendizagem.

Nossos principais materiais didáticos são sementes germinadas, brotos e vegetais crus in natura: alimentos concentradores de maior vitalidade.

Incentivamos a produção doméstica de alimentos, pois acreditamos que tal envolvimento reorganiza o convívio humano, quando re-introduz aos ciclos vitais presentes na natureza.

Alimento: tudo o que nos mantém vivos

Compreendemos que o ato de se alimentar envolve mais do que comer e digerir.

Para nós, o verdadeiro alimento estaria em fontes geradoras de vitalidade encontráveis na natureza e nas relações que temos conosco e com os outros.

Nos alimentamos de vento, de água, de sol, de afeto, de amor, de alegria e de simplesmente estar em ambientes ao ar livre, onde há um contato maior com esses elementos que geram a vida.

Reencontramos, assim, um referencial da humanidade vivente há 13.000 anos neste Planeta.

Contatos:

Contato:

Aline Chaves: montanhazul@hotmail.com

terça-feira, 28 de julho de 2009

À caminho de uma Cultura Permanente...

O mundo é um ser vivo!

A exemplo disso, vemos na cultura formadora de hábitos e escolhas dos nossos antepassados originais uma permanência dinâmica e evolutiva no uso dos recursos naturais.
Populações tribais, povos indígenas e agricultores organizados nas sociedades pré-industriais possuíam uma sabedoria em comum que permitia a continuidade das suas ações: respeito pelo uso da terra.
Hoje, a instalação de uma Permacultura (cultura permanente) se faz cada vez mais necessária para a criação de pensamentos, estruturas, organizações, ações e estilos de vida sustentáveis e, portanto, consonantes com a realidade do mundo vivo em que vivemos.
Nossa prática pedagógica com a Alimentação Viva permite reencontrar valores primários cultivados pelas sabedorias ancentrais na relação com a terra, com as pessoas, com as necessidades cotidianas e com a valorização do corpo como um primeiro ambiente a ser preservado para garantir a permanência de qualquer cultura.

domingo, 26 de julho de 2009

Salas de aula ao ar livre

Acreditamos que a exposição a ambientes naturais é fonte de alimento e vitalidade. Estes locais são nossas salas de aula, onde estimulos relações de aprendizagem.



As salas de aula ao ar livre transmitem valores ecológicos quando agregam o fazer conjunto, a concentração na tarefa, a ampliação do estado de presença e o diálogo com o ambiente.


Humanidade e resgate: a percepção dos ciclos vitais presentes na natureza





Humano, do latim húmus, que significa terra fértil.





Resgatar a humanidade presente em cada um é perceber que nunca deixamos de fazer parte dos ciclos vitais dinâmicos presentes na natureza.

Que somos todos um com tudo!

Acreditamos que pedagogia oferecida pela Alimentação Viva provoca uma gradual ruptura com os paradigmas contemporâneos de isolomanento e de separação da natureza característicos das sociedades atuais.





Nos ciclos alimentares vemos o plantio, o cultivo, o preparo coletivo da refeição, o canto de agradecimento, o com-partilhamento com o outro, a compostagem e as novas semeaduras como partes indissociáveis na composição da trama da vida.

Re generar: voltar à origem











Sugerimos que a Alimentação Viva resgata uma essência humana que privilegia o contato com a vida em crescimento e transformação.

Isso ocorre, quando agregadas às práticas cotidianas as seguintes atividades:

• germinação de sementes;
• produção de hortas de cultivo doméstico;
• culinária que valoriza a vitalidade dos alimentos; e
• compostagem dos resíduos orgânicos utilizados nas práticas alimentares diárias.